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Ele é meu

Sabrina foi criada por seu pai e seus três irmãos — quatro homens extremamente cuidadosos, amorosos e dominadores. Cercada de mimos, atenção, dedicação e muito amor, cresceu em um lar, onde aprendeu o quanto um homem deve amar e respeitar uma mulher. Aos dez anos de idade, conheceu Cadu, o melhor amigo de Matheus, seu irmão mais velho. Mesmo com a inocência de uma criança, teve a certeza de que ele era o seu príncipe encantado. A partir daí, passou a conviver diariamente ao lado do Cadu, sempre atencioso, carinhoso com a sua “fadinha de trancinhas”, era assim que ele a chamava carinhosamente e sempre ria quando ela dizia repetidamente: “O Cadu é meu”, quando eu crescer, ele será o meu namorado, vamos nos casar e teremos dois filhos. A menina cresceu e o seu amor por Cadu também, e ela não escondia isso dele. Agora, com formas de mulher e uma persistência de dar inveja, estava disposta a conquistar o coração do Cadu. Ele não queria se envolver com a menina que viu crescer, a irmã do seu melhor amigo. Mas não negava o que sentia quando as mãos de Sabrina se apossavam do seu corpo fazendo com que o seu coração batesse tão rápido quanto o dela. Ela não mexia só com o seu coração, mexia com o seu corpo, sua mente e sua alma, e isso ele não conseguia aceitar. Com isso, a vida do Carlos Eduardo Martins tornou-se uma grande batalha contra um sentimento que estava lhe tirando o juízo. Até quando Cadu resistiria à persistência de Sabrina Lafaiete?

Por em 1 de agosto de 2016
Por Bianca Patacho em 1 de agosto de 2016

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